O sistema do areal: controla a produção de cada balsa, o diesel que ela consome e entrega a CFEM, o RAL e as obrigações da ANM, do IBAMA e da Marinha prontos para enviar — sem planilha e sem correria em março.
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O Mining MMBX foi feito para quem tira areia do rio e precisa provar cada metro cúbico para três órgãos diferentes.
O boletim de produção é lançado no celular, à beira do rio: frente de lavra, embarcação, turno e quantidade. Desse lançamento saem, sozinhos, o estoque da pilha, o custo de diesel por metro cúbico de cada draga e — no fim do mês — a apuração da CFEM com a memória de cálculo nota a nota.
As obrigações deixam de ser susto. Um painel mostra o que vence, quando vence e o que já foi entregue: RAL, CFEM, DIEF-CFEM, RAPP do IBAMA, condicionante de licença, vistoria de embarcação. O Relatório Anual de Lavra chega pronto, montado com a produção que você já lançou durante o ano — e a multa por RAL não entregue passa de R$ 4.000 por título.
Junto vem o ERP inteiro: pedido, nota fiscal eletrônica, frete por viagem, contas a receber, compras, despesas, plano de contas, DRE e fluxo de caixa. E mais duas coisas que só o Mining tem: uma biblioteca de projetos navais com a ficha técnica e o que a Marinha exige de cada tipo de balsa, e as notícias do setor na tela inicial, para o dono do areal não ser o último a saber que a regra mudou.
Uma conversa de 30 minutos, por Google Meet. Abrimos o sistema tela por tela, você pergunta o que quiser e decide depois de ver.