Emissão de NFS-e falando DIRETO com o Sistema Nacional NFS-e — sem captcha, sem aquela "abelhinha" a cada nota, sem emissor no meio do caminho. Multiempresa, com validação em português antes de enviar, apuração de ISS pelo município onde o imposto é devido, retenções, os serviços que você TOMOU baixados do ADN e exportação pronta para a contabilidade.
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A operação, de ponta a ponta
Cada etapa lê a anterior. Ninguém digita o mesmo dado duas vezes.
O Easy-Nfse não é mais um emissor. A DPS é montada, validada no XSD, assinada com o certificado A1 da sua empresa e entregue por TLS mútuo ao ADN — o Ambiente de Dados Nacional do Sistema Nacional NFS-e. Não há intermediário, não há fila de terceiro e não há "aguardando o parceiro": entre a sua tela e a Receita existe só o seu certificado.
E não há captcha. Emitir pelo portal do governo é provar que você não é robô a cada acesso — aquela "abelhinha" que aparece de novo e de novo, e que quem emite cinquenta notas por dia resolve cinquenta vezes. Aqui quem se identifica no ADN é o certificado A1 da empresa, por TLS mútuo, e nenhuma tela pede charada. É também por isso que o seu ERP consegue emitir sozinho pela API: captcha existe para impedir máquina, e nenhuma automação atravessa um.
O que muda no dia a dia é o erro. O portal do governo devolve código; aqui a nota é conferida ANTES de sair e o que aparece na tela é frase em português, dizendo qual campo está errado e por quê. Quando mesmo assim o Fisco rejeita, a devolutiva vem traduzida do lado da nota, e ela fica na fila para corrigir — não se perde.
Depois de emitir começa o trabalho que o portal nacional não faz. O ISS é apurado pelo município de INCIDÊNCIA, que nem sempre é o do prestador nem o do tomador: obra, evento e locação mudam o destino do imposto, e a guia sai por município, separando o que foi retido na fonte pelo tomador do que ainda vai ser recolhido. Há relatório de retenções (ISS, IRRF, INSS, CSLL, PIS e COFINS), faturamento por cliente, por serviço e por usuário, e exportação em CSV para o escritório contábil.
As notas que a sua empresa TOMOU também entram. O sistema varre o ADN por NSU, baixa os documentos em que você é o tomador e mostra o que foi retido de você — com o mesmo DANFSe, desenhado aqui a partir do XML autorizado.
Multiempresa desde a primeira linha: cada empresa emitente tem numeração de DPS própria, certificado próprio e ambiente próprio, e a troca de empresa passa por uma única porta, registrada na auditoria. O certificado A1 fica em três pedaços que não se encontram: o arquivo cifrado no S3, o envelope no banco e a chave-mestra no servidor — vazar um não entrega nada.
E se o seu ERP já sabe faturar, ele emite sozinho: a API tem chave por empresa, permissão por chave e idempotência — a mesma origem com a mesma referência nunca gera duas notas, por mais que o ERP repita a chamada.
Veja as telas de verdade — e em qual plano cada uma está.
Da DPS à NFS-e autorizada
O núcleo: emitir, acompanhar e corrigir. O perfil por ramo já traz o grupo de serviço montado e conferido, então a nota do dia a dia sai em poucos campos.









O outro lado do balcão
O que a empresa TOMOU, o certificado sob custódia, a adesão do município e a trilha de quem fez o quê. É a parte que ninguém pede na demonstração e todo mundo precisa na fiscalização.










O que o portal do governo não entrega
A apuração que dá trabalho: ISS por município de incidência, retenções na fonte e a exportação que o contador aceita sem redigitar nada.





O preço do card é o preço. Não há linha escondida embaixo dele.
Sem taxa de setup. O certificado sobe, a empresa é cadastrada e a primeira nota sai no mesmo dia.
Você não paga por nota emitida. É comum o mercado cobrar por documento acima de uma franquia — aqui a conta não depende de quanto você emitiu.
Sem contrato de permanência. Cancele quando quiser, e os XMLs saem com você.
Uma conversa de 30 minutos, por Google Meet. Abrimos o sistema tela por tela, você pergunta o que quiser e decide depois de ver.