O ERP completo da concreteira: do pedido à nota fiscal, passando pela dosagem, pela expedição e pelo laboratório. Contrato assinado pelo celular, controle de resistência dos corpos de prova, NFS-e e NF-e com a tributação da reforma já pronta, e o backoffice inteiro — despesas, contábil, DRE, importador de nota e Power BI de custo por m³.
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A operação, de ponta a ponta
Cada etapa lê a anterior. Ninguém digita o mesmo dado duas vezes.
O Concrete MMBX cobre a concreteira inteira, e não um pedaço dela. O pedido entra pelo comercial, vira contrato assinado eletronicamente no celular do cliente (assinatura pela D4Sign*), chega ao painel de expedição como carga a carregar, sai com romaneio e lacre, e volta como nota fiscal emitida e título a receber. Cada etapa lê a anterior: ninguém digita o mesmo dado duas vezes.
Na usina, o cadastro de traços e grupos define o que será dosado, e o controle de produção mostra o consumo real de cada insumo contra o previsto. O laboratório acompanha a coleta e o rompimento dos corpos de prova, com o histórico de resistência por traço — e é dali que sai a resposta quando o cliente questiona o concreto entregue.
A expedição trabalha no arrastar e soltar: o veículo vai sobre o pedido e o sistema preenche placa, motorista, lacre e quantidade. O Concrete lê o rastreador que a sua frota já usa* e diz onde cada betoneira está, quanto tempo ficou na obra e quando voltou para a usina — e o painel de fluxo transforma isso em decisão de carregamento. A MMBX não fornece rastreador nem plano de dados.
No fiscal, a NFS-e e a NF-e saem do próprio sistema, com naturezas de operação, produtos fiscais e a tela de tributação IBS/CBS já preparada para a reforma tributária.
O backoffice fecha a conta: despesas com plano de contas, contas a pagar e a receber, balancete, razão, DRE e rentabilidade, resultado mensal, fluxo de caixa e o importador que lê a NF-e, o CT-e e a NFS-e de compra e lança sozinho — inclusive vinculando a nota do combustível à placa certa. O Power BI de custo por m³ mostra quanto cada metro cúbico custou de verdade.
E ainda há o RH e a folha, com colaboradores, funções e CBO, holerite, fechamento e conferência — dentro do mesmo sistema, sem exportar nada para lugar nenhum.
Veja as telas de verdade — e em qual plano cada uma está.
Da usina à nota fiscal
O núcleo do sistema: é o que a concreteira usa todo dia, do pedido que entra ao título que vence. Já inclui o laboratório, os dois aplicativos de campo e a leitura do rastreador das betoneiras*.










A equipe dentro do mesmo sistema
Colaboradores, folha e documentos sem exportar nada para lugar nenhum. O que a concreteira paga de gente entra na mesma base que o que ela produz.


Onde o resultado aparece
Despesas, contábil e o importador de nota. É o módulo que responde a pergunta que o dono realmente faz: quanto custou o metro cúbico que eu vendi.









O preço do card é o preço. Não há linha escondida embaixo dele.
Sem taxa de setup. É comum os sistemas do mercado cobrarem treinamento e integração antes do primeiro metro cúbico — aqui esse desembolso não existe.
Você não paga por volume produzido. É comum o mercado cobrar por metro cúbico acima de uma franquia, e numa concreteira de porte médio essa conta vira mais uma mensalidade inteira no fim do mês.
Sem contrato de permanência. Cancele quando quiser, e seus dados saem com você.
Uma conversa de 30 minutos, por Google Meet. Abrimos o sistema tela por tela, você pergunta o que quiser e decide depois de ver.